Como agências de viagem podem gerar mais valor oferecendo proteção aos clientes

Entenda como agências de viagem podem oferecer seguro viagem, assistências e proteção de forma estratégica.

Ifaseg

27 de jul de 2026
Setor de turismo

Agências de viagem não vendem apenas passagens, hospedagens e roteiros. Elas vendem confiança, orientação e experiência.

Quando um cliente procura uma agência, ele espera mais do que uma reserva. Ele busca apoio para tomar decisões melhores, evitar erros e viajar com mais tranquilidade.

Nesse contexto, oferecer seguro viagem e soluções de proteção não deve ser visto apenas como uma venda adicional. Deve ser visto como parte da consultoria.

Viagem envolve expectativa, investimento e risco

Toda viagem envolve planejamento financeiro e emocional. O cliente escolhe destino, datas, hospedagem, passeios, deslocamentos e experiências. Mas, mesmo com tudo organizado, imprevistos podem acontecer.

Problemas de saúde, atrasos em voos, cancelamentos, extravio de bagagem, acidentes, perda de documentos e emergências no destino são situações que podem comprometer a viagem inteira.

Quando isso acontece, o cliente tende a buscar orientação. E, muitas vezes, a primeira referência é a própria agência que ajudou a construir o roteiro.

Proteção como parte da experiência do cliente

Oferecer seguro viagem é uma forma de ampliar a entrega de valor. A agência mostra que não está preocupada apenas em vender a viagem, mas também em proteger a experiência do cliente do início ao fim.

Isso fortalece a percepção de cuidado, aumenta a confiança e posiciona a agência como uma parceira mais completa.

Afinal, uma viagem bem planejada não considera apenas o que o cliente quer viver. Também considera o que pode dar errado e como reduzir o impacto dessas situações.

Seguro viagem também pode ser uma frente de receita

Além do valor para o cliente, o seguro viagem pode representar uma oportunidade comercial para agências.

Quando estruturado de forma correta, ele cria uma nova fonte de receita conectada ao negócio principal.

A diferença está na abordagem.

Não se trata de oferecer seguro como um produto genérico ou empurrado no fim da venda. Trata-se, portanto, de apresentar uma solução coerente com o destino, o perfil do viajante, o tipo de roteiro e os riscos envolvidos.

Uma viagem para a Europa pode exigir um tipo de atenção. Já uma viagem de intercâmbio exige outra.

Enquanto uma viagem em família tem necessidades específicas, uma viagem para esportes, eventos ou destinos remotos pode demandar coberturas totalmente diferentes.

Quanto mais adequada a solução, portanto, maior o valor percebido pelo cliente.

Onde muitas agências perdem oportunidade?

Muitas agências deixam de oferecer seguro viagem por falta de estrutura, treinamento ou clareza sobre como integrar a proteção à jornada comercial. Outras oferecem o produto de forma pouco estratégica, apenas como um item no orçamento.

Com isso, perdem a chance de explicar riscos, demonstrar valor e orientar o cliente de forma consultiva.

Dessa maenria, o resultado é que o seguro passa a ser visto como custo, quando poderia ser entendido como proteção do investimento feito na viagem.

O papel do broker na estruturação da operação

Para transformar seguro viagem em uma frente de valor e receita, a agência precisa de apoio especializado. É nesse ponto que o broker atua como ponte entre agência, seguradora e cliente.

Esse trabalho pode envolver, por exemplo:

  • seleção de seguradoras parceiras;
  • definição de produtos adequados ao perfil da agência;
  • estruturação da jornada de oferta;
  • apoio comercial;
  • treinamento da equipe;
  • integração tecnológica;
  • orientação sobre coberturas;
  • suporte em processos e atendimento.

A agência mantém o relacionamento com o cliente, enquanto conta com uma estrutura especializada para oferecer proteção de forma mais segura e eficiente.

Treinamento faz diferença na venda consultiva

Seguro viagem não deve ser apresentado apenas como “quer incluir?”. A equipe da agência precisa entender quais riscos existem, por exemplo, tanto quanto quais coberturas fazem sentido e como explicar a importância da proteção sem transformar a conversa em pressão comercial.

Nesse sentido, portanto, uma abordagem consultiva pode partir de perguntas simples:

  • Qual é o destino?
  • O cliente fará conexões?
  • Há crianças ou idosos na viagem?
  • Existe prática de esportes?
  • A viagem envolve eventos ou datas rígidas?
  • O cliente levará bagagem importante?
  • O destino possui custos médicos elevados?
  • Há exigências específicas de entrada?

Essas perguntas ajudam a conectar seguro viagem à realidade do cliente.

Tecnologia e simplicidade na contratação

Além da estratégia, a operação precisa ser simples. A agência precisa de sistemas, processos e canais que facilitem cotação, contratação, emissão de documentos e atendimento ao cliente.

Quanto mais fluida for a jornada, maior a chance de a proteção ser incorporada naturalmente à venda da viagem.

Tecnologia, nesse caso, não substitui a consultoria. Ela ajuda a tornar a operação mais eficiente, escalável e confiável.

Uma oportunidade para turismo B2B

Para o mercado de turismo, seguro viagem é mais do que uma cobertura. É uma forma de fortalecer relacionamento, gerar receita, diferenciar a agência e aumentar a segurança do cliente.

Em um setor em que experiência e confiança são fundamentais, oferecer proteção adequada pode ser um diferencial competitivo importante.


Sua agência já trata seguro viagem como parte da estratégia?

Na IFASEG, apoiamos empresas e parceiros na construção de soluções de seguros conectadas à realidade do negócio.

Para agências de viagem, isso significa estruturar uma oferta de proteção que gere valor para o cliente e oportunidade para a operação.

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