Nos últimos anos, eventos climáticos extremos vêm se tornando cada vez mais comuns no Brasil. Nesse sentido, enchentes, vendavais, granizo e deslizamentos têm impactado não só a vida de milhares de pessoas, mas também a operação de empresas e prestadores de serviço em todo o país.
Assim, diante desse cenário, duas expressões costumam aparecer com frequência: evento climático e calamidade pública. Apesar de parecerem semelhantes, esses termos têm significados bem diferentes, principalmente quando falamos de seguros e gestão de riscos.
E entender essa diferença é essencial para garantir que você esteja realmente protegido antes que o próximo temporal chegue.
O que é um evento climático no contexto do seguro?
Para o mercado segurador, um evento climático é um fenômeno natural de origem meteorológica que pode causar danos diretos a pessoas, imóveis, equipamentos ou operações.
Entre os principais exemplos cobertos por apólices estão:
- Chuvas intensas e inundações;
- Quedas de árvores por vendavais;
- Danos causados por granizo;
- Deslizamentos de terra;
- Raios e surtos elétricos provocados por tempestades.
A cobertura para esses eventos deve constar expressamente na apólice de seguros, e pode ser contratada tanto por empresas quanto por pessoas físicas, com valores e limites definidos previamente. A indenização ocorre mediante análise do sinistro, conforme os termos acordados no contrato.
E o que é uma calamidade pública?
Já a calamidade pública é um status jurídico e administrativo. São órgãos governamentais (como prefeituras, estados ou a União) que decretam quando um evento atinge grandes proporções e compromete a capacidade de resposta da estrutura pública.
Esse decreto permite a liberação de verbas emergenciais, mobilização de recursos extras e a adoção de medidas excepcionais para minimizar os impactos sociais e econômicos do desastre.
Mas atenção: a decretação de calamidade não substitui um seguro e não garante indenização automática para empresas ou propriedades afetadas. Ela é uma ferramenta pública de socorro, não um mecanismo de cobertura privada.
Por que é importante estar coberto antes da calamidade?
Um erro comum é buscar contratar um seguro somente após um alerta da Defesa Civil ou quando um desastre natural já está em andamento. Nesse momento, as seguradoras geralmente já suspenderam novas emissões para a região afetada — justamente para evitar riscos não administráveis.
Por isso, a contratação antecipada é o único caminho para garantir a proteção de bens, operações e colaboradores.
Além disso, a cobertura de seguros permite ações rápidas e organizadas para reparação de danos, sem depender da burocracia dos recursos públicos emergenciais, que muitas vezes demoram a chegar ou são insuficientes para cobrir todos os prejuízos.
Como a IFASEG pode ajudar sua empresa a se preparar?
Na IFASEG, desenvolvemos seguros personalizados para riscos climáticos e operacionais, adaptados ao perfil da sua empresa e à realidade geográfica da sua atuação. Nossos planos incluem coberturas patrimoniais, responsabilidade civil, proteção contra paralisações e planos de continuidade.
Trabalhamos com inteligência de risco, para que você não dependa do imprevisível e possa tomar decisões com segurança, mesmo diante de cenários extremos.
Aprenda o que realmente significa estar protegido, antes que o próximo temporal chegue.
Se você quer entender melhor como os seguros funcionam em cenários climáticos e quais coberturas são essenciais para o seu negócio, acompanhe a IFASEG. Nosso conteúdo é feito para quem quer atuar com mais estratégia, previsibilidade e tranquilidade.