Quando uma tempestade destrói telhados, alaga ruas ou causa prejuízos em massa, é comum vermos empresas e famílias buscando socorro no seguro. O problema? Muitas apólices não incluem cobertura para esses eventos climáticos.
Esse é um dos principais erros de percepção no Brasil: acreditar que o seguro cobre tudo, quando, na verdade, muitos dos desastres mais comuns exigem contratações adicionais.
O que está na cobertura básica (e o que não está)
Seguros patrimoniais básicos geralmente oferecem proteção contra incêndio, explosão, fumaça e, às vezes, roubo ou danos elétricos.
Mas coberturas como vendaval, granizo, ciclone, alagamento, impacto de veículos e desmoronamento costumam ser adicionais. Ou seja, precisam ser incluídas deliberadamente no momento da contratação.
E é aí que mora o risco: sem orientação especializada, muitas empresas deixam essas proteções de fora, pensando que “isso nunca vai acontecer aqui”.
Até acontecer.
Exemplos reais de quem descobriu tarde demais
Empresas em regiões urbanas foram completamente alagadas após temporais. Nesse sentido, estabelecimentos comerciais com o teto destruído por vendaval. Galpões afetados por queda de árvores ou deslizamentos. Todos tinham seguros. Mas nenhum tinha contratado as coberturas climáticas.
Em alguns casos, portanto, especialmente nas calamidades que vêm acontecendo no sul do país durante os últimos anos, a perda foi total, mas sem qualquer indenização.
Como saber se sua apólice está atualizada para os riscos atuais
A única forma de ter certeza é revisar sua apólice. E você pode fazer isso com o apoio de uma consultoria especializada. Nesse sentido, vale a pena avaliar, por exemplo:
- Quais são os riscos predominantes na sua região?
- Sua apólice cobre vendaval, granizo, enchente e outros eventos climáticos?
- Quais são os limites e exclusões dessas coberturas?
- Como funciona o processo de acionamento?
Essas perguntas precisam ser respondidas antes da emergência. Depois, pode ser tarde demais.
Você só vai descobrir se está coberto quando o telhado já estiver no chão?
Eventos climáticos extremos estão se tornando mais frequentes e mais intensos. Por isso, é hora de parar de tratar esses riscos como exceção e começar a incluí-los na sua estratégia de proteção.
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